O ex-prefeito de Palmas, e vereador da Capital, Carlos Enrique Franco Amastha, protocolou nesta terça-feira (16) o segundo pedido de impeachment contra o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, na Assembleia Legislativa do Estado (Aleto).
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Diferentemente do primeiro, a nova peça incorpora informações que vieram a público após o primeiro protocolo e apresenta uma consolidação detalhada do caso. O documento descreve a estrutura das condutas atribuídas ao governador, o modo de operação e os caminhos de comprovação, seguindo rigorosamente as exigências da Lei nº 1.079/1950, conhecida como Lei do Impeachment.
Situação do 1º pedido
O primeiro pedido de afastamento do chefe do Executivo estadual, protocolado anteriormente, segue na Presidência da Aleto sem despacho até o momento. A demora tem sido alvo de críticas por parte de Amastha, que cobra transparência na tramitação.
Posicionamento de Amastha
Em nota, Carlos Amastha reforçou que o novo pedido foi construído para evitar qualquer brecha formal.
“A Aleto não poderá recorrer a qualquer subterfúgio para tentar invalidar este segundo pedido de impeachment. Cumprimos, ponto a ponto, as exigências da Lei 1.079/1950 — inclusive o reconhecimento de firma — para que a discussão seja exclusivamente sobre o mérito e sobre a proteção do dinheiro público”, destacou.
O ex-prefeito também lembrou que na semana passada enviou ofício pedindo informações sobre a movimentação do primeiro pedido, mas, até agora, não obteve retorno.
“O Parlamento deve satisfações claras à sociedade — prazos, decisões e fundamentos precisam ser públicos e tempestivos”, completou.
Com o novo protocolo, cresce a expectativa sobre como a Aleto conduzirá o processo e se dará andamento às denúncias contra o governador Wanderlei Barbosa.




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