O Tribunal do Júri de Araguaína condenou, nesta terça-feira (9), Lucas Muniz Pereira a 30 anos e 10 meses de prisão pelo assassinato de Luciel Araújo Gomes, crime brutal ocorrido em 25 de setembro de 2022 e motivado por disputa entre facções rivais.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Tocantins (MPTO), Luciel, que trabalhava como entregador de delivery, foi atraído para uma emboscada sob o pretexto de uma entrega de drogas. No local, acabou surpreendido: foi baleado no abdômen, agredido com chutes e socos e teve o pescoço cortado. O corpo foi ocultado em uma vala.
Os criminosos ainda furtaram seus pertences, incluindo a motocicleta e o celular. O veículo foi posteriormente vendido por R$ 2,5 mil.
As investigações apontaram a participação direta de Lucas nas agressões físicas e em ações que impediram a vítima de pedir socorro. Ele está preso preventivamente desde julho de 2024 e deverá cumprir a pena em regime inicialmente fechado.
A condenação não se restringe ao homicídio. A sentença também abrange os crimes de corrupção de menores, furto qualificado e participação em organização criminosa.
Outros envolvidos no caso já foram julgados ou ainda aguardam decisão:
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Carlos André Carvalho Moreira Júnior foi condenado em junho de 2024 a 25 anos e 9 meses de prisão;
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Maycon Martins da Costa segue foragido, com mandado de prisão preventiva em aberto;
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Um adolescente também participou da execução do crime.
O caso evidencia a atuação de facções criminosas em Araguaína e a gravidade da violência praticada, que chocou a população pela brutalidade.




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