Mandado de prisão foi expedido pela Justiça de São Paulo. Vereador Max do Posto se manifestou nas redes sociais e apresentou sua versão sobre o caso.
A Polícia Civil do Tocantins cumpriu, nesta quinta-feira (29), um mandado de prisão civil contra um homem de 37 anos, identificado pelas iniciais M.L.J.S., em razão de uma dívida de pensão alimentícia superior a R$ 26 mil. A prisão foi realizada pela equipe da 57ª Delegacia de Polícia de Pium.
A ordem judicial foi expedida pela Vara de Família e Sucessões de Osasco, no estado de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), o homem foi localizado em um endereço na região central de Pium e não ofereceu resistência à prisão.
Mandado foi identificado durante o período eleitoral
No domingo (25), durante o segundo turno das eleições, o homem compareceu a uma unidade da Polícia Civil como representante legal de uma adolescente que havia sido flagrada filmando o próprio voto na urna eletrônica.
Na ocasião, os policiais identificaram a existência do mandado de prisão em aberto. Entretanto, devido às restrições legais para o cumprimento de prisões durante o período eleitoral, a ordem judicial não pôde ser executada naquele momento.
Com o encerramento do período de restrição, os policiais realizaram diligências para localizar o homem, que acabou preso na quinta-feira. Ele permanece à disposição do Poder Judiciário.
Vereador Max do Posto se manifesta
Após ter sido conduzido em Pium, na quarta-feira (28), o vereador Max do Posto publicou um vídeo nas redes sociais para apresentar sua versão sobre o episódio e questionar a divulgação de informações relacionadas ao caso.
Na gravação, o parlamentar abordou a questão da pensão alimentícia e afirmou que houve um mal-entendido, alegando que a filha atualmente reside com ele.
Max também negou o que classificou como uma acusação falsa envolvendo a utilização de um suposto atestado médico falso. Durante o pronunciamento, declarou estar tranquilo e afirmou acreditar que estaria sendo alvo de perseguição política.
Outro ponto levantado pelo vereador foi a divulgação de um documento relacionado à ocorrência. Segundo ele, o material não seria público, e os servidores que teriam participado de sua divulgação poderiam ser responsabilizados.
As declarações representam a versão apresentada pelo próprio parlamentar nas redes sociais. Os questionamentos levantados por ele não foram confirmados de forma independente.
Vídeo: Reprodução das redes sociais.



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