A manhã desta quarta-feira, 9, foi marcada por forte comoção em Palmas durante o cortejo fúnebre do inspetor-chefe da Guarda Metropolitana, Marcelo Pereira Lima, de 50 anos, que morreu em um grave acidente na TO-050, entre Palmas e Porto Nacional.
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Viaturas da Guarda Metropolitana acompanharam o cortejo pelas ruas da capital até o Cemitério Jardim da Paz, onde Marcelo foi sepultado sob aplausos e homenagens de amigos, familiares, autoridades e colegas de farda.
O prefeito em exercício de Palmas, Carlos Velozo (Agir), e o secretário de Segurança Pública do Tocantins, Bruno Azevedo, estiveram presentes e lamentaram profundamente a perda. “Marcelo não era apenas um dedicado servidor público, mas também um homem de fé”, disse o prefeito. “Seu compromisso com a segurança da nossa capital e sua entrega ao Evangelho deixam marcas que jamais serão apagadas.”
Luto oficial e reconhecimento
A Prefeitura de Palmas decretou luto oficial de três dias em homenagem ao inspetor, que também era pastor evangélico e atuava com trabalhos sociais e aconselhamento espiritual na cidade.
O comandante da Guarda Metropolitana, Gilmar Fernandes, lembrou emocionado do colega: “Pastor Marcelo era mais que chefe, era nosso conselheiro, nosso guia, nosso irmão de farda. Uma perda irreparável.”
Circunstâncias do acidente
Marcelo morreu na tarde da última terça-feira (8), após colidir de frente com um ônibus de turismo. Ele conduzia uma caminhonete e seguia para sua chácara, onde organizaria um encontro familiar. Segundo relatos de testemunhas, a colisão pode ter ocorrido durante uma tentativa de ultrapassagem em local proibido, mas a dinâmica do acidente ainda é apurada pela Polícia Militar e pelo BPMRED, que atendeu a ocorrência.
Marcelo morreu no local. Nenhum passageiro do ônibus ficou ferido.

Legado de fé e serviço público
Servidor de carreira e referência técnica na Guarda Metropolitana, Marcelo dividia seu tempo entre o trabalho na segurança pública e a vida pastoral. Era casado com Ivanete Lima, ex-candidata a vice-prefeita de Palmas, e deixa três filhos, dois netos e dois irmãos que também atuam na corporação.
Para os que conviveram com ele, Marcelo deixa o legado de um homem íntegro, de fé e comprometido com a paz — seja nas ruas da cidade, seja nos púlpitos onde pregava.
“Vai deixar saudade e um exemplo que jamais será esquecido”, concluiu o comandante Gilmar.




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