Atos assinados pelo governador Wanderlei Barbosa atingem áreas centrais da administração estadual e passam a valer entre o fim de 2025 e o início de 2026
O Diário Oficial do Estado do Tocantins desta segunda-feira, 29, publicou uma extensa relação de nomeações e designações na administração estadual. Os atos, assinados pelo governador Wanderlei Barbosa, promovem mudanças em áreas estratégicas do governo, como infraestrutura, articulação política, controle externo, previdência e gestão administrativa, com vigência entre o encerramento de 2025 e o início de 2026.
Entre as nomeações de maior relevância institucional está a de José Roberto Torres Gomes, indicado para o cargo de procurador-geral de Contas junto ao Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO). O mandato terá duração de dois anos, com início em 1º de janeiro de 2026, função considerada fundamental no acompanhamento e fiscalização da aplicação dos recursos públicos estaduais.
Na área de infraestrutura, o governo estadual promoveu mudanças na cúpula da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura do Tocantins (Ageto). Túlio Parreira Labre, que ocupava o cargo de superintendente de Operação e Conservação, foi oficializado como presidente da autarquia, com exercício a partir de 30 de dezembro. Já Ruberval Sousa de França foi nomeado vice-presidente executivo. A Ageto é responsável pela execução e manutenção de obras rodoviárias, urbanas e de infraestrutura em todas as regiões do estado.
Outro destaque do Diário Oficial foi a nomeação do ex-deputado federal Lázaro Botelho Martins para o cargo de secretário extraordinário de Ações Governamentais. A pasta tem caráter estratégico e atua diretamente na articulação política, além do acompanhamento de projetos e ações consideradas prioritárias pelo Executivo estadual.
No campo da gestão previdenciária, foi confirmada a nomeação de Ana Cláudia Pereira da Cunha para o cargo de vice-presidente executiva do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (IGEPREV), órgão responsável pela administração do regime próprio de previdência dos servidores estaduais.
As mudanças refletem o movimento do governo estadual de reorganizar e fortalecer a estrutura administrativa para o próximo ciclo, buscando maior eficiência na execução de políticas públicas e no acompanhamento das ações estratégicas do Estado.




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