Marquinhos Karajá é reconduzido à presidência e gestão reforça defesa dos territórios e autonomia indígena
A Articulação dos Povos Indígenas do Tocantins (ARPIT) realizou, entre os dias 16 e 18 de janeiro, a II Assembleia Geral Eletiva, no Território Indígena do Povo Apinajé, na Aldeia São José, no município de Tocantinópolis. O encontro reuniu lideranças indígenas de diversas etnias do estado para a escolha da nova diretoria e do conselho fiscal da entidade.
Durante a assembleia, Marquinhos Karajá foi reconduzido à presidência da ARPIT, reafirmando a confiança das bases em uma gestão pautada pela coletividade, pelo diálogo e pela defesa dos direitos indígenas. A nova coordenação ficou assim definida: Edson Sikmowe como vice-presidente; Davi Chavito Apinagé como 1º tesoureiro; Ibederi Javaé como 2º tesoureiro; Renata Mandiru Javaé como secretária-geral; Natanael de Bonito Karajá como diretor de articulação; e João Kwanhá Xerente como suplente geral.
O Conselho Fiscal passa a ser composto por João Carlos Pereira Javaé, Luis Dias Sousa Apinagé e Eliete da Silva Xerente, fortalecendo o acompanhamento e a transparência das ações da articulação.
A nova gestão assume com o compromisso de manter uma atuação firme, coletiva e participativa, priorizando o fortalecimento das organizações de base, a ampliação da participação das mulheres indígenas, a defesa dos territórios tradicionais e a autonomia dos povos indígenas do Tocantins.
Ao final da assembleia, as lideranças reforçaram a unidade do movimento indígena no estado e destacaram que a ARPIT seguirá caminhando junto às comunidades na luta por direitos, territórios e vida, fortalecendo a resistência e a organização dos povos indígenas tocantinenses.




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