O plenário da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) aprovou, nesta quarta-feira (2), um projeto de lei que concede o título de Cidadão Tocantinense ao padre Fábio de Melo, sacerdote católico reconhecido nacionalmente por sua atuação religiosa, artística e como influenciador digital. A homenagem é de autoria do deputado Eduardo Mantoan (PSDB).
Na justificativa do parlamentar, Padre Fábio é descrito como “um brasileiro de notável prestígio na Igreja Católica e no meio artístico nacional”. Além de sacerdote, ele é cantor, escritor e comunicador, com 22 livros publicados e 17 CDs lançados, que juntos somam mais de 6,5 milhões de cópias vendidas.
“O Padre Fábio já esteve no Tocantins em diversas ocasiões, participando de eventos e realizando apresentações musicais, especialmente no projeto Capital da Fé. Por isso, esta é uma forma de reconhecer sua trajetória como sacerdote, artista, escritor e professor universitário”, destacou o deputado Mantoan.
Biografia
Fábio José de Melo Silva nasceu no dia 3 de abril de 1971, em Formiga (MG). Foi ordenado sacerdote em 2001 e, por muitos anos, integrou a Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos). Atualmente, pertence ao clero da Diocese de Taubaté (SP).
Ao longo de sua carreira, Padre Fábio tem se destacado por sua comunicação sensível e acessível, reunindo milhões de seguidores nas redes sociais. Em 2019, figurou no ranking do Instituto QualiBest como um dos maiores influenciadores digitais do Brasil.
Reconhecimento no Tocantins
No Tocantins, o sacerdote ganhou o carinho do público por sua participação em eventos como o Capital da Fé, festival religioso realizado tradicionalmente durante o carnaval em Palmas. Suas apresentações costumam atrair milhares de fiéis, que o acompanham não apenas pela música, mas também por suas mensagens de fé e esperança.
Com a aprovação do título pela Assembleia Legislativa, Padre Fábio de Melo passa a integrar o rol de personalidades que, mesmo nascidas fora do estado, prestaram contribuições significativas ao Tocantins e ganharam o reconhecimento oficial como cidadãos tocantinenses.




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