quinta-feira , 15 outubro 2026
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Policial do Tocantins é preso após confusão que terminou com a morte de PM em Imperatriz (MA)

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Policial do Tocantins é preso após confusão que terminou com a morte de PM em Imperatriz (MA)
Confusão aconteceu em uma rua de Imperatriz — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma briga envolvendo dois policiais militares terminou tragicamente na madrugada deste sábado (23) no bairro Bacuri, em Imperatriz, Maranhão. O cabo Cláudio Adão Duarte Silva, da Polícia Militar do Maranhão, foi morto a tiros. O principal suspeito é o PM tocantinense Hugo Deleon da Silva Teixeira, que estava de férias na cidade.

Detalhes do Caso

O confronto começou na porta de uma festa e foi registrado por câmeras de segurança. Nas imagens, é possível ver o início da discussão, em que pelo menos dois homens agridem o policial tocantinense. Em resposta, Hugo Deleon saca a arma e realiza os disparos que atingiram Cláudio Adão.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Municipal de Imperatriz, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. Hugo foi preso em flagrante no local e levado para a delegacia.

Policial do Tocantins é preso após confusão que terminou com a morte de PM em Imperatriz (MA)
Claudio Adão Duarte Silva foi morto a tiros por outro PM, do estado do Tocantins, durante uma confusão em uma festa de policiais. — Foto: Reprodução

Ação da Corregedoria

A Polícia Militar do Tocantins confirmou que o soldado Hugo Deleon está na corporação desde março de 2022 e é lotado na 5ª Companhia Independente de Tocantinópolis. Uma equipe da corregedoria foi deslocada para Imperatriz para acompanhar a situação. A PM-TO afirmou ainda que está apurando o caso administrativamente e colaborando com a justiça maranhense.

Audiência de Custódia

Na tarde do sábado, Hugo Deleon passou por audiência de custódia, e sua prisão temporária foi decretada. Ele foi transferido para o 3º Batalhão da PM em Araguatins (TO).

Defesa do Acusado

Em nota, o advogado Lucas Santana de Lima Santos declarou que respeita a decisão judicial, mas afirmou que considera a prisão temporária excessiva. Segundo ele, o policial tocantinense atende a todos os requisitos para responder em liberdade, destacando que Hugo possui vínculos com a comunidade e não apresenta riscos à ordem pública.

“Apesar da gravidade da acusação e da ampla repercussão do caso, entendemos que o réu preenche todos os requisitos legais para o cumprimento da instrução processual em liberdade,” afirmou a defesa.

Investigação em Curso

A PM do Tocantins reforçou que continua apurando os fatos internamente e que mantém o compromisso de colaborar integralmente com as investigações. O caso segue em andamento, e a comunidade aguarda novos desdobramentos sobre a trágica ocorrência.

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