A permanência do ex-prefeito e vereador licenciado Carlos Amastha (PSB) à frente da Secretaria de Zeladoria Urbana de Palmas está sendo colocada em xeque após o retorno de Eduardo Siqueira Campos (Podemos) ao comando do Executivo municipal.
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Amastha havia sido anunciado para o cargo justamente um dia antes de Eduardo ser afastado por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante os 20 dias de interinidade do vice-prefeito Carlos Velozo (Agir), a nomeação foi oficializada, e o suplente Petion Corado (PSB) assumiu a cadeira de Amastha na Câmara.
Nos bastidores, a movimentação foi interpretada como parte de uma costura política para dar espaço ao PSB na gestão e garantir visibilidade ao suplente. No entanto, com Eduardo de volta ao Paço Municipal nesta sexta-feira (18), rumores de uma possível exoneração de Amastha voltaram a circular com força.
A justificativa ventilada nos bastidores seria uma suposta “traição política” por parte de Amastha, hipótese que o próprio secretário negou veementemente em conversa com o Jornal Opção Tocantins:
“Não acredito nisso. Não dei motivos para isso”, disse Amastha, evitando aprofundar o tema.
A expectativa agora gira em torno dos próximos movimentos de Eduardo Siqueira, que já iniciou uma reestruturação na equipe e deve promover outras mudanças no alto escalão nos próximos dias.




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