Coordenadora da campanha petista no Tocantins publicou reflexão nas redes sociais e citou pandemia, ditadura militar, questionamentos eleitorais e relações atribuídas a Flávio Bolsonaro
A ex-senadora Kátia Abreu (PT), coordenadora da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tocantins, publicou uma reflexão nas redes sociais nesta segunda-feira (12) para reforçar sua defesa da reeleição do petista. Na publicação, a política tocantinense criticou o legado do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e manifestou preocupação com uma eventual Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Pandemia, ditadura e questionamentos eleitorais
Entre os pontos abordados por Kátia Abreu estão a condução das políticas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 durante o governo Bolsonaro, as declarações do ex-presidente sobre figuras ligadas à ditadura militar e os questionamentos feitos às instituições democráticas e ao sistema eleitoral brasileiro.
A ex-senadora também mencionou a relação atribuída a Flávio Bolsonaro com pessoas apontadas como integrantes de milícias. Esses temas foram apresentados por ela como motivos de preocupação diante da possibilidade de o senador assumir a Presidência da República.
Ao comentar o período de quatro anos do governo Bolsonaro, Kátia Abreu afirmou que pretendia chamar a atenção dos eleitores para episódios que considera graves.
“É para isto que chamo a atenção de vocês e paro por aqui para que a gente não se estenda muito em tantas perversidades e coisas horríveis que foram praticadas durante estes quatro anos”, declarou.
Disputa presidencial mobiliza lideranças no Tocantins
A manifestação ocorre em meio à mobilização política em torno da disputa presidencial. À frente da coordenação da campanha de Lula no Tocantins, Kátia Abreu busca reforçar os argumentos favoráveis à continuidade do atual governo e destacar críticas ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
A publicação também coloca em evidência temas que devem permanecer no centro do debate político nacional, como políticas de saúde, respeito às instituições democráticas, memória da ditadura militar e segurança pública.
As declarações fazem parte do posicionamento político da ex-senadora e refletem sua avaliação sobre o governo Bolsonaro e os possíveis rumos do país em uma eventual Presidência de Flávio Bolsonaro.


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