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Após sepultamento, populares desenterram e queimam corpo de mãe que decapitou o filho

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Após sepultamento, populares desenterram e queimam corpo de mãe que decapitou o filho
Maria Rosália foi responsável pela morte de seu filho, Miguel Ryan / Foto: Divulgação

Corpo de mulher que decapitou o filho é desenterrado e queimado em cemitério de Itambé (PE)

Na madrugada deste sábado (19), o corpo de Maria Rosália Gonçalves Mendes, de 27 anos, foi desenterrado e queimado no cemitério de Itambé, cidade pernambucana localizada a cerca de 50 km de João Pessoa, na divisa entre Pernambuco e Paraíba. Maria Rosália ficou conhecida pelo crime brutal cometido contra seu filho, Miguel Ryan, de seis anos, a quem decapitou em João Pessoa no dia 20 de setembro.

O corpo de Miguel foi enterrado em Pedras de Fogo, município paraibano vizinho a Itambé, um dia após o crime. Já Maria Rosália, que morreu 28 dias depois em decorrência de uma infecção generalizada, foi sepultada em Itambé.

Segundo relatos, indivíduos não identificados invadiram o cemitério durante a madrugada, desenterraram o corpo de Maria Rosália e atearam fogo a ele. A motivação do ato não foi esclarecida, e as autoridades estão investigando o ocorrido.

Relembre o crime

Em 20 de setembro, Maria Rosália foi responsável por uma das cenas mais chocantes já registradas em João Pessoa. No apartamento onde vivia com o filho, no bairro de Mangabeira IV, vizinhos ouviram gritos e acionaram a Polícia Militar. Ao chegarem ao local, os policiais se depararam com Maria Rosália segurando a cabeça decapitada de Miguel no colo. Ela havia utilizado uma faca para cometer o crime.

Quando os policiais entraram no apartamento, Maria Rosália avançou contra eles com a faca, obrigando os agentes a reagirem. A mulher foi contida após ser atingida por 14 disparos. Gravemente ferida, ela foi socorrida e levada ao Hospital de Trauma de João Pessoa, onde permaneceu internada até falecer em 18 de outubro.

Detalhes macabros no local do crime

A investigação sobre o caso revelou detalhes perturbadores. Além de encontrar a cena do crime, os policiais se depararam com um gato agonizando em um dos quartos do apartamento, além de vídeos contendo rituais satânicos de decapitação. Esses elementos aumentaram o mistério em torno das motivações de Maria Rosália, que havia se mudado para o local apenas um mês antes.

Os vizinhos afirmaram que pouco conheciam Maria Rosália e não conseguiram identificar nenhum comportamento que indicasse a possibilidade de um crime tão brutal. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba, e o ato de vandalismo no cemitério agora será incluído na apuração pelas autoridades pernambucanas.

O crime causou grande comoção nas cidades de João Pessoa, Pedras de Fogo e Itambé, com a população local ainda buscando respostas para o que teria levado Maria Rosália a matar seu próprio filho.

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