Em novembro, quatro réus serão levados a júri popular em Gurupi, no sul do Tocantins, em julgamentos que envolvem crimes de grande repercussão. Entre eles, está Manoel Pereira da Silva, de 49 anos, que será julgado no dia 8 de novembro por assassinar sua companheira, Rosilene Duarte da Silva, em 2022. Além de matar a vítima, ele é acusado de esconder o corpo e usar o celular de Rosilene para se passar por ela, em um esforço para convencer os familiares de que ela ainda estava viva.
O advogado de defesa de Manoel, Thiago Benfica, declarou que seu cliente “alega inocência desde o início do processo” e que está aguardando o julgamento para esclarecer os fatos e defender a inocência de Manoel. O corpo de Rosilene nunca foi encontrado, e o crime teve a participação de um adolescente, que foi indiciado na época, mas posteriormente absolvido.
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Manoel utilizou o celular da vítima para manter contato com os familiares, tentando enganá-los e evitar suspeitas sobre o desaparecimento. Até o momento, o Tribunal de Justiça informou que o corpo de Rosilene não foi localizado.
Além do caso de Manoel, outros três julgamentos de crimes graves estão previstos para o mês de novembro.
Esses julgamentos refletem o compromisso da justiça em dar respostas à sociedade sobre crimes violentos ocorridos na região, trazendo os acusados a julgamento e permitindo que as vítimas e suas famílias busquem por justiça.
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